segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CASO CLÍNICO

BGA, sexo feminino, 11a, branca, procurou o ambulatório de clínica geral referindo “cansaço”, cujo início deu-se há cerca de 5 meses. Recentemente (dois dias) a referida dispnéia evolui para “a pequenos esforços”. Paciente sem histórico de cardiopatias na família, sem registro de malformações cardíacas congênitas. Histórico de alergia importante a fungos e numerosos episódios de artrite associados a síndrome febril (não aferida), os quais foram tratados com sucesso usando AAS.

Paciente em BEG, corada e hidratada, anictérica, afebril, dispnéica.

AP: MVUA, s/ ruídos adventícios de qualquer natureza.

ACV: Precórdio hiperdinâmico, com abaulamento precordial à esquerda, com frêmito em área mitral.

Abdome: Plano, sem visceromegalias ou massas à palpação superficial e profunda.

HPP: Sarampo, parotidite e amigdalite.





Qual a principal hipótese diagnóstica?

Quais exames você pediria?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ECG




RESPOSTA:Hipercalemia

Discussão

As ondas T são altas especialmente na derivação V3; elas são simétricas, estreitas, pontudas e apresentam um aspecto “em tenda”, como se puxadas de cima. Esses achados são característicos da hipercalemia.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

CASO CLÍNICO

A.S.C., sexo masculino, 71 anos, portador de HAS, procurou o ambulatorio de cardiologia queixando-se de cansaço e dispnéia progressivos há 3 anos, que se intensificaram há aproximadamente 3 meses. Nega lipotímia, sincopes, cefaleias, edemas em membros, precordialgias, febre, infecções recentes, claudicações, parestesias, alterações visuais, gastrointestinais, urinários e musculoesqueléticos. Faz uso regular de

Ao exame:
Paciente orientado, cooperativo, eulálico, levemente dispnéico, hipocorado +/4, anicterico, acianotico, hidratado, sem edemas, deambulando lentamente com passos curtos.

SV: PA: 110x70mmHg ; FC: 63bpm

ACV: Ictus cordis visivel e propulsivo, palpavel com 2 polpas digitais, em 5o EICE na linha axilar anterior; ausencia de choques valvares; RCR, 3T (B3), B2 abafada, com P2>A2; sopro sistolico em ruflar, 3+/6 em FAo e FM, irradiado para carotidas e para linha axilar media, diminuindo intensidade com a manobra de handgripp, ficando menos rude e aumentando irradiação em linha axilar media; sopro diastolico 2+/6 em FAo e FM, com irradiação para carotidas, que aumenta intensidade com a mesma manobra descrita.
Pulsos parvus tardus, fortes e isocronos.

AR: MVUA, com crepitações finas bibasais.

AB: Atípico, flácido, peristaltico, timpanico, indolor, sem massas ou VMG palpaveis.

MM: Sem edemas, panturrilhas sem sinais de TVP, leve insuficiência venosa em MMII.


QUAIS AS HIPOTESES DIAGNOSTICAS?
QUAIS EXAMES SOLICITAR PARA CONFIRMAÇÃO?

terça-feira, 7 de setembro de 2010

ECG